Depois de anos atribulados no mercado aeronáutico global devido a pandemia do COVID-19, a gigante de voos low-cost europeia voltou a declarar lucros bilionários, o Grupo Ryanair anunciou na passada segunda-feira 6 de Novembro que nos primeiros 6 meses do seu ano financeiro o grupo Ryanair Holdings que inclui as companhias aéreas Ryanair, Buzz, Lauda and Malta Air declarou lucros de 2.2B de euros um aumento de 60% em relação ao mesmo período no ano passado.

Em uma entrevista à CNBC, Michael O’Leary, CEO do Ryanair Holdings Group, revelou que, apesar de um aumento significativo de 24% nos preços dos bilhetes durante o verão europeu, a Ryanair manteve uma alta demanda. O’Leary atribui esse sucesso ao fato de outras companhias aéreas, como a francesa Airfrance e a alemã Lufthansa, praticarem preços consideravelmente elevados, levando o público a optar pela companhia aérea low-cost irlandesa.

Apesar do mercado europeu ainda operar em torno de 93% de sua capacidade em comparação com o período pré-Covid, a Ryanair, sob a liderança de O’Leary, tomou medidas proativas ao aumentar o número de assentos disponíveis em 24% em comparação com os períodos anteriores à pandemia. No entanto, mesmo com esse aumento significativo, a companhia aérea continua enfrentando desafios para atender à crescente demanda. Esta dinâmica ressalta a posição singular da Ryanair, destacando-se como a única empresa a registrar crescimentos tão notáveis em meio aos desafios do cenário pós-Covid.

Foto de: Luke MacGregor/Bloomberg

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